Equação

O raciocínio sempre me fascinou, ver o caminho que o cientista trilhou, por exemplo, para chegar a uma equação, me é como uma história alucinante. Chegar a conclusões lógicas, exatas, coerentes, axiomas, não tem como não ser, e foi este o caminho que eu trilhei para chegar ao pleno conhecimento do propósito da vida. Montei o quadro do entendimento por minha consciência e raciocinei em cima dele e cheguei à conclusão do propósito do Criador-Deus. O quadro da razão da vida é este, temos um Criador, uma criação e o produto desta criação. O Criador, no caso, é o espírito de Deus que já nos vivifica, a criação somos nós na carne e o produto desta criação é a consciência, e em cima deste quadro, vi que o que uma criação produz deve servir quem a criou. Por exemplo: o Homem criou a caneta para ela escrever, e a escrita deve servir o Homem que criou a caneta, não tem lógica uma criação usufruir do próprio produto que produz, como a caneta usufruir da escrita, ou a lâmpada usufruir da luz, ou a cadeira usufruir do assento. Neste caso, a consciência deve servir o espírito de Deus e não a própria criação humana, como todas as consciências fazem. E como uma consciência serve o espírito do Criador-Deus? Pelas funções dela, que fora dela ser um manifestador de existência, é a consciência que produzimos como criação que pensa, raciocina, forma as ideias, pondera e tem o poder das decisões, isto é, a consciência deve fazer tudo isto pelo espírito e não pela carne como todas fazem.

A consciência é o fruto proibido que o ser humano comeu e que não deveria ter comido, por isso uma canção diz: toma que o inferno é teu, eu sou o fruto proibido que você comeu. As nossas consciências devem entender que estamos dentro de um propósito sábio, e este propósito é do nosso Criador-Deus, e todas as coisas que Ele criou é para o seu beneplácito. Ele nos criou na carne e assentou a porção do seu espírito pela vida, e pelo seu propósito, nós, os seres humanos, devemos produzir consciência deste espírito e andarmos por ele e não pela carne como todos andam. E o que acontecerá por este erro de função? Uma hora o pó, que é a carne, volta ao pó como era e o espírito volta a Deus que o deu, as consciências que estiverem ligadas ao espírito, voltarão a Deus com ele, e lá no plano do céu, terão a vida eterna dele, mas as consciências que estiverem ligadas a carne, simplesmente cairão num vazio eterno sem volta, pois nem voltaram com o espírito a Deus e nem ficaram com a carne que morreu. É simples a equação do resultado das nossas almas na eternidade, temos o dia do juízo de Deus e se neste dia a tua consciência estiver ligada à carne, vazio eterno, mas se ela estiver ligada no espírito, vida eterna, quem deve fazer os cálculos e chegar à conclusão é a própria consciência. Está escrito: fostes pesados na balança e fostes achados em falta, neste caso, vazio eterno.

Eu procurei conhecer o propósito da vida desde criança e cheguei à conclusão final desta equação da lei de Deus para as nossas consciências, que elas devem andar pelo espírito e não pela carne, mas se a tua consciência ainda está se debatendo com a matemática da vida, só vai chutar a vida toda e não vai chegar ao resultado final.

Por O teu espírito diz

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