Estado deprimente!!!

Me causa tristeza no coração, um aperto no peito, ah! Meu, Pai, sou teu instrumento, tua serva, estou aqui para ser usada por ti, minha boca é sua, fale por ela suas vontades, o meu coração é teu, usa-o com o mais puro sentimento do amor, aquele que faz mexer o filho no ventre, aquele que alimenta um estômago vazio, aquele que alimenta, fortifica, aquele que toca mesmo no silêncio, é este amor verdadeiro e sensível meu Pai que quero que brote no meu coração para eu dar o que tenho, para dar de comer a quem tem fome, a quem chora, grita, a quem está doente, ferido, a quem sofre com dores terríveis na alma, pois todas as consciências sofrem pela ausência dos olhos do pão da vida, da falta do reconhecimento do tesouro perdido em si, é um estresse total meu Pai das consciências. Todas estão num estado deprimente, não tem nem como lavar seus pés e tirar pelo menos um pouco a sujeira, eu ando transbordando a minha botija, mas como dar água a loucos? Eu queria pega-las no colo e dar o amor que o Senhor meu Pai me dá, eu tenho óleo para curar suas feridas, mas não tem como passar, vivem numa correria que parece que o mundo vai acabar, é tanto rancor guardado, angústia, desgosto, tudo ali corroendo a alma, são estados psicóticos, devaneios ao extremo. Eu sei de tudo isto meu filho, Eu estava com seu irmão Jesus Cristo, lembra? Passei pelo caminho do gólgota com ele e via todas as coisas, com seu irmão Daniel, vi a injustiça que cometeram contra ele para que não me buscasse, Eu sempre estive com ele, dormi com ele na cova dos leões. E seus irmãos Sadraque, Mesaque e Abdenego, Eu também estive com eles na fornalha ardente e agora estou aqui com você, seja forte e não desanime, estarei contigo onde queres que vá. Obrigada meu Pai, suas palavras estão guardadas no meu coração e estou aqui aberta para aprender de Ti o necessário para minha alma se resguardar para o Senhor, parece que era eu meu Pai que estava precisando ouvir tudo isto do Senhor, fortificou muito minha consciência e da minha própria botija me deu de beber, pois no Jardim preparaste uma mesa farta e me deste de comer, pegou-me no colo e me deste muito amor…

Por Maria Lúcia

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