Só sei que nada sei

Esta frase de efeito foi dita por um filósofo se referindo à razão da vida, que aliás, neste mundo ninguém sabe nada do propósito da vida. Muitos até que dizem ser criações, mas não conhecem a sua função, não sabem o que produzem como criação e nem para que serve. A própria ciência fala de um elo perdido, isto é, sabem que o ser humano existe, mas não conhecem a razão dele existir. Por exemplo: todos sabem que a razão de a caneta existir é a escrita, pois foi pela escrita que o criador da caneta a criou. Da mesma forma, todos sabem que a função da lâmpada é produzir luz, logo a razão de a lâmpada existir é a luz que ela produz. Mas quando chega no ser humano ninguém sabe o que ele produz como criação, muitos nem acreditam no Criador Deus por isso, pois não veem razão para a criação humana existir. Nem a religião, nem a filosofia, nem os pensadores, nem a filosofia, muito menos os ateístas sabem qual é a razão do ser humano existir, não sabem o que ele produz como criação e logicamente nem para que serve. Se falam muito no depois da morte, mas ela é uma grande incógnita na cabeça dos seres humanos. Há vida depois da morte? E se há, como é esta vida? Cada um cria um deus, cria um propósito, segue um caminho, mas todos carregam um complexo enorme de culpa nas costas, porque sabem que não realizam a sua função como criação, e depois vem a crise de identidade, que é aquela; quem sou eu e o que estou fazendo aqui? Ninguém tem esta resposta, só especulações.

O segredo está no que o ser humano produz como criação, se descobrissem isto, encontrariam o elo perdido, a razão que levou o Criador Deus a criar o ser humano, mas não sabem o que produzem, muito menos para que serve. Até que temos alguns indícios, como João, o batista, disse: eu não o conhecia, mas para que ele fosse manifestado vim eu. O que João quis dizer com isto? Que ele não conhece o Criador dele, mas para que o Criador fosse manifestado veio ele. E o que João quis dizer com isto? Que nós produzimos alguma coisa que manifesta a existência, e que sem o que produzimos nada é, ou não tem importância de que seja, e fora de manifestar existência, o que produzimos como criação ainda pensa, raciocina, forma ideias, pondera e age. Foi numa noite qualquer do passado enquanto eu dormia, que alguém gritou bem alto nos meus ouvidos me chamando pelo que eu produzo, e foi tão alto que acordei, não do sono daquela noite, mas do sono profundo da morte. Alguém me chamou pelo o que eu produzo e assim acordei para a vida. Alguém sabe que grito foi esse?

Por O teu espírito diz

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

três × 1 =

Categorias

Postagens Rescentes