Um anjo no meio dos povos

A simplicidade em forma de gente em sinônimo de igualdade, fez com que deixasse todos descrentes, mesmo tendo à boca a semente que espalha a verdade. Quem o acreditaria, se em seus pés calçou as sandálias da humildade, sem pompa sem resplendor, mas sua glória desenhava a liberdade, mesmo estando num mundo onde a vaidade é rainha e seu olhar destila soberba, lugar onde a manada não a contraria e o sábio não possui qualquer riqueza, desprezado és por olhares lunáticos, visualizado por soslaio, colocado de lado, somente no céu és amado, e por quem mais precisaria, se lá que multiplicaste em fortaleza? A mão de Deus é quem lhe acaricia, por isso alcançaste tamanha destreza. Enquanto aqui, o engano cometem com os simples do Senhor, não o compreendem nem refletem o portal que sua destra desejou, porém, a perfeição não se resume apenas na complexidade de todo este inteiro, colocaste um anjo no meio dos povos para anunciar seu único herdeiro, o espírito santo de Deus, o senhor justiça nossa, dedicou seu tempo em zelo, descobriu que somos a porta, a entrada para a eternidade, os lumiares que carregam a luz divina, somos asas da liberdade quando agarrarmos de fato a vida. Deus não cessa sua boca porque ela é do Senhor, incansavelmente anuncia às cisternas rotas as águas da fonte do amor. Jorrador da fonte divina, regador invisível do céu, suas águas são tão límpidas que chegam a rasgar o véu que cobrem os olhos tristes por não vislumbrarem a luz, tu és um anjo divino que só ao senhor nos conduz, um verdadeiro pastor que apresenta-nos como ovelhas perdidas, mas sim, desejamos o amor doado pelo Autor da vida.

 

 

Por Patrícia Campos

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