Lavei as minhas mãos! VIII

Frase épica, histórica, marcante e cuja qual é repetida ao menos uma vez em nossas breves vidas em alguma dada situação! Quem de nós já não ouviu a frase: “lavei as minhas mãos”? Em seu significado, a frase em sua expressão quer dizer que tudo o que havia a ser feito ou falado, que todas as possibilidades de trazer luz a razão de alguém para que enxergasse por outro ângulo um determinado assunto, se esgotou, já não há mais o que fazer. É também uma forma de se isentar da culpa por um ato a ser cometido. No caso de Pilatos foi o de “fugir da responsabilidade de tomar decisões difíceis”. Pois bem, somos cientes de estarmos dentro de um propósito divino e este ordena que nossas consciências ajam segundo o espírito, sejam guiadas por Ele em toda e qualquer decisão.

Diante disso vale pontuar aqui que as escolhas são individuais, e cabe a cada um de nós também sofrer o dano por elas e isso deve estar totalmente assimilado em nossas consciências. Deus nos dá o livre arbítrio e o espírito por guia, mas também nos dotou do raciocínio para que saibamos como agir e ou proceder diante das intempéries que o engano atravessa no caminho para a vida. Como andam minhas escolhas? Eis então a necessidade da autoanálise sincera e diária, tenho sido guiada pelo espírito ou tenho “lavado as minhas mãos” em relação a minha própria consciência? Primeiro em mim! Logicamente que inundados pela verdade queremos a todo custo que todos possam conhecê-la, mas percebemos que por mais que ofereçamos o remédio para a cura de todos os males, as consciências preferem escolher o paliativo e como disse Jesus: “não jogue suas pérolas aos porcos”, em outras palavras quem gosta da lama irá permanecer na lama, e só cabe a nós o lavar as mãos!

 

Por Lo Xavier

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